Azeite falso: os perigos para o seu bolso e sua saúde

Descubra como saber identificar um azeite falso e garantir mais sabor e saúde de verdade para seus preparos e para sua família.

Notícias sobre azeite falso aparecem na mídia com mais frequência do que gostaríamos de lembrar. Mas por que isso acontece tanto? Entenda melhor com a ajuda deste artigo. E descubra como proteger seu bolso e sua saúde de um azeite falso.

Por que existe tanto azeite falso por aí?

Visite qualquer supermercado: você encontrará prateleiras e prateleiras repletas de azeite. Muitos com rótulos pitorescos, informando que aquele é o autêntico azeite extravirgem português. Ou grego, espanhol, italiano – e por aí vai.

Mas, na verdade, a realidade do azeite é um pouco mais complicada do que isso. O assunto, que é debatido com frequência em todo mundo, ganhou os holofotes depois de uma edição do famoso programa 60 Minutes sobre a agromáfia italiana.

O documentário mostra como o negócio de azeite foi corrompido pela máfia italiana, fazendo uma fortuna ao se intrometer com produtos alimentícios locais de maneiras que podem afetar os consumidores em todo o mundo.

Mas isso não é de agora. Muito mais valioso do que outros óleos vegetais, o azeite de oliva de qualidade tem um custo de produção bem alto. Então as pessoas têm adulterado este produto desde a época de Cristo.

Mas por que o azeite falso é perigoso?

Você já sabe que uma das coisas que torna o azeite tão valioso são seus muitos benefícios para a saúde.

Rico em gorduras monoinsaturadas e antioxidantes, o azeite de oliva pode reduzir o colesterol LDL e a pressão arterial. Além de estabilizar os níveis de açúcar no sangue e reduzir a inflamação no corpo.

Leia também: 8 BENEFÍCIOS DO AZEITE EXTRAVIRGEM

Só por privar seu organismo de todos estes benefícios, o azeite falso já é bem perigoso. Mas os perigos podem ser mais significativos do que você pensa.

Especialmente se você tem alergia a amendoim ou soja – já que esses são muitas vezes os óleos misturados no azeite falso. Mas a ameaça não para com alergias. Pois numerosos contaminantes e toxinas, incluindo resíduos de hidrocarbonetos de pesticidas, podem ser encontrados em um azeite falso.

Consumir azeite falso traz prejuízos para sua saúde e para o seu bolso.

Muitas vezes, aquele galão de azeite com um precinho imperdível pode estar repleto de óleo mineral, bem como PAHs – ambos carcinógenos comprovados que também podem danificar seu DNA e sistema imunológico.

Às vezes, o consumo de azeite falsificado tem até consequências fatais. No início da década de 1960, um azeite de oliva adulterado com óleo de motor a jato deixou 10 mil pessoas gravemente doentes no Marrocos – saiba mais.

Então você precisa se proteger do azeite falso o quanto antes. Mas como?

Como fugir do azeite falso?

Se você quer garantir um azeite bom, que faça bem para a sua saúde e complemente seus preparos autorais à altura, siga estas dicas:

Analise o rótulo

Fique longe de qualquer coisa rotulada com palavras de ordem sem sentido. Como “puro”, “natural”, “feito na Itália” ou outro país e afins. Pois o rótulo de um azeite de qualidade deve ter informações claras:

  • Composição: o azeite extravirgem de verdade é 100% azeite de oliva, sem adição de outros tipos de óleos ou ingredientes,
  • Nível de acidez: o azeite extravirgem de verdade é aquele com acidez de até 0,8%. O Olibi, por exemplo, tem apenas 0,1% – mostrando um azeite de altíssima qualidade,
  • Data de produção e de envase,
  • Região onde é produzido.

2) Verifique o preço

Quando o assunto é azeite falso, a regra é verdadeira: o barato sai caro. Como já falamos lá no início, um azeite de qualidade demanda um alto investimento para sua produção. E isso se reflete no preço final.

Então um preço mais alto normalmente significa que o azeite é de uma qualidade mais alta.

Porém, esta não é uma regra com garantias: azeites de má qualidade também podem ser caros. Então fique de olho também no item a seguir.

3) Vá pela localização

Alguns países são boas apostas para um grande azeite apenas com base em seus padrões. Portugal, Espanha, Grécia, Chile – todos são países com grande reputação como produtores de azeite de qualidade.

Mas há um porém: a distância entre o produtor e sua mesa. A azeitona é uma fruta – então o azeite nada mais é que o seu suco. Sucos de frutas devem ser consumidos o quanto antes, para que todo o seu frescor seja aproveitado, certo?

Quanto mais fresco for o azeite, mais benefícios ele oferece.

Além disso, a distância também envolve o tempo e as condições em que este azeite foi transportado. Variações de temperatura – especialmente as altas – e exposição a luz intensa podem facilitar a oxidação do seu azeite.

Então o segredo é escolher produtores locais – e o Brasil tem uma safra de azeites premiada em todo o mundo.

Por isso, escolha rótulos produzidos no sul do Brasil e, principalmente, no Sul de Minas. Como o Olibi, produzido no sul da Serra da Mantiqueira.

4) Compre na estação e em recipientes escuros

Como você já viu, o azeite se degrada na luz e no calor. Por isso, além de buscar produtores locais, prefira os de safra recente.

Além disso, evite embalagens transparentes. Opte sempre por garrafas ou latas escuras, onde o seu azeite estará melhor protegido da degradação pela luz.

Outro ponto: o azeite de oliva sofre com oxidação – um processo que começa assim que você abre a garrafa. Então experimente garrafas menores, que você pode usar mais rapidamente.

E, a não ser que você seja um empresário do setor de food service, fuja ao máximo dos galões de azeite.

Além do grande risco de adquirir um azeite falso, toda essa economia pode se traduzir em prejuízo com um azeite rançoso, impossível de ser consumido.

5) Faça sua lição de casa

Se tudo isso falhar – ou você achar trabalho demais, encontre uma empresa que seja referência no setor. E compre uma garrafa para experimentar.

Se possível, peça para visitar suas instalações ou ver onde as azeitonas são cultivadas ou produzidas. Você pode fazer isso na Olibi: nossa fazenda tem visitas guiadas todas as terças, quintas e sábados.

Você pode conhecer nosso olival, ver onde nosso azeite é produzido, conhecer nosso projeto ambiental (duas vezes ganhador do Prêmio ECO Brasil).

Ao final, você ainda pode fazer uma degustação muito especial, para conhecer mais a fundo o apaixonante universo do azeite! E levar suas garrafas de Olibi e outros produtos incríveis de nossa fazenda e de nossa região.

Nada de azeite falso: produtos premium, do Sul da Mantiqueira para o seu lar.

Mas se você não puder ir pessoalmente à Aiuruoca, sem problemas: você também encontra nossos produtos em nossa loja online e recebe tudo no conforto de casa – clique para acessar!

Quer saber mais sobre como evitar um azeite falso? Então leia também:

 

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